Autor (a):
Com 52% dos brasileiros com intenção de comprar um imóvel, maior índice da série histórica da Brain Inteligência Estratégica, e as aquisições para investimento avançando de 20% para 26% em um ano, o mercado imobiliário brasileiro reúne compradores com objetivos diferentes. Quem busca um imóvel para morar tende a priorizar localização, conforto, espaço e qualidade de vida. Já quem compra para investir observa com mais atenção valorização, liquidez e potencial de renda. Porém, no geral, todas essas características devem estar conectadas quando o assunto é a compra de um imóvel, independentemente do objetivo.
Mesmo quem compra para uso próprio considera a preservação patrimonial e a valorização futura, enquanto o investidor avalia atributos que mantenham o imóvel atrativo para locação ou revenda.
A principal diferença está no peso dado a cada fator. Para uma família, privacidade e adequação à rotina podem ser decisivas. Para o investidor, flexibilidade de uso, demanda e facilidade de negociação costumam ter maior relevância.
Para Fábio Inthurn, CEO da Lotisa, essa tendência exige que as incorporadoras compreendam uma diversidade maior de estratégias de compra. “O mercado está mais maduro e o comprador, especialmente no médio e alto padrão, mais criterioso. Hoje, uma pessoa pode buscar bem-estar e conforto para a família e, ao mesmo tempo, analisa valorização, liquidez e preservação patrimonial. Não existe um único perfil, mas expectativas distintas sobre o papel que o imóvel terá ao longo da vida. Por isso, buscamos desenvolver um portfólio que contemple todas essas estratégias”, afirma.
Para quem busca uma residência de longo prazo, o imóvel precisa acompanhar diferentes fases da família sem perder qualidade de uso e atratividade. Plantas inteligentes, endereço consolidado, privacidade, padrão construtivo, áreas de lazer completas e uma ocupação menos adensada do edifício são atributos que pesam na experiência cotidiana.
Para esse público a compra está diretamente ligada à moradia, mas o valor do imóvel também é construído pela combinação entre conforto, exclusividade e infraestrutura. É o caso do Veredas, empreendimento de alto padrão localizado no bairro Fazenda, em Itajaí, com apartamentos de 120 m² a 155 m², apenas três unidades por andar e estrutura voltada ao uso prolongado pelas famílias. A proposta reúne espaços amplos, mais individualidade entre os moradores e áreas comuns que ampliam as possibilidades de lazer e convivência sem depender de deslocamentos frequentes.

Veredas
Há imóveis capazes de assumir funções diferentes ao longo do tempo. O comprador pode morar hoje, colocar a unidade para locação futuramente ou mantê-la como parte de uma estratégia patrimonial. Nesse caso, o entorno, a planta e a infraestrutura do edifício precisam funcionar para mais de um perfil de público.
É essa combinação que orienta o Portovelas, no bairro São João, em Itajaí. Com plantas de 34 m² a 66 m² e mais de 8.500 m² de áreas de lazer, o empreendimento está a poucos minutos do Centro, da Beira-Rio, da marina e do complexo portuário, além de ter acesso facilitado à BR-101 e a uma rede consolidada de comércio e serviços. Para quem pretende morar, esses atributos representam conveniência, mobilidade e estrutura para o dia a dia. Para quem avalia o imóvel como investimento, o endereço ganha relevância diante de uma cidade que recebe cerca de 10 mil novos moradores por ano, ampliando a demanda por habitação e locação.
“Projetos mais versáteis tendem a ampliar as possibilidades de uso, locação e revenda, o que reduz a dependência de um único tipo de comprador e fortalece a atratividade do ativo no longo prazo”, explica o CEO da Lotisa.

Portovelas
A procura por imóveis compactos ganhou escala nos últimos anos, refletindo a maturação de um mercado com demanda tanto para moradia quanto para short stay associado aos fluxos turístico e de negócios. Em Itajaí, por exemplo, os lançamentos desse perfil passaram de 307 unidades em 2022 para 1.228 em 2025, crescimento próximo de 300%, segundo a Brain.
Para o investidor, porém, metragem reduzida por si só não determina o potencial do ativo. Proximidade de polos empresariais e turísticos, acesso a serviços, regras condominiais, custos de operação e estruturas como lavanderia, coworking e facilidades para gestão da unidade interferem diretamente na capacidade de locação.
O Lotisa Downtown foi desenvolvido dentro dessa lógica, com studios e estrutura voltada à locação e à moradia por assinatura. Localizado no Centro de Itajaí, já alcançou mais de 90% das unidades comercializadas; desempenho que o sucesso desse modelo aliada à uma localização premium.

Downtown
Seja para morar ou investir, escolher o imóvel que vai comprar sem analisar quem está por trás da obra aumenta o risco da decisão. Histórico de entregas, governança, certificações, controle de qualidade, segurança nos canteiros e acompanhamento da execução são critérios fundamentais na análise e ajudam a mostrar como a empresa conduz o empreendimento até a entrega.
“Desenvolver um empreendimento hoje exige olhar além da demanda do lançamento. O desafio é entender como aquele produto vai se comportar em diferentes ciclos de mercado e continuar relevante quando o perfil do comprador, a dinâmica urbana ou as formas de uso mudarem. Na Lotisa, essa leitura orienta as decisões desde a concepção, porque um bom projeto precisa ter consistência no presente e capacidade de sustentar sua atratividade no longo prazo”, analisa Inthurn.
Para saber mais sobre as soluções da Lotisa entre em contato com nossa equipe comercial.
Autor (a):