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A sustentabilidade passou a ocupar um papel cada vez mais relevante na construção civil. Além de reduzir os impactos ambientais, também tem efeito direto sobre a eficiência, a organização e a qualidade das obras.
Na Lotisa, essa diretriz faz parte da rotina dos canteiros. Em 2025, 90% dos resíduos gerados em sete empreendimentos em execução foram classificados como não perigosos e encaminhados para reciclagem, reaproveitamento ou outras iniciativas de economia circular. Ao todo, o volume chegou a 4.785 metros cúbicos, resultado que evidencia uma gestão ambiental integrada ao processo construtivo.

O Plano de Gerenciamento de Resíduos é aplicado em 100% das obras da incorporadora – atualmente, são oito projetos em construção em Itajaí, no litoral norte catarinense. A operação inclui a separação dos materiais por categoria, controle de licenças, auditorias, manifestos de transporte e certificados de destinação.
Esse acompanhamento permite rastrear os resíduos desde a geração no canteiro até o destino final, além de identificar oportunidades para reduzir perdas e ampliar o reaproveitamento de materiais. Fornecedores e empresas terceirizadas também devem atender aos critérios ambientais estabelecidos pela Lotisa. Além disso, treinamentos e inspeções periódicas ajudam a corrigir inconformidades e manter os padrões adotados em cada empreendimento.
“A gestão correta dos resíduos permite aproveitar melhor os materiais, dar mais previsibilidade à execução e manter o canteiro sob maior controle. Além dos benefícios ambientais, esse cuidado reduz perdas e retrabalhos e se reflete diretamente na qualidade final do empreendimento”, afirma Fábio Inthurn, CEO da Lotisa Empreendimentos.
A forma como uma obra é conduzida também influencia a entrega do imóvel. Canteiros mais organizados, processos controlados e menor volume de desperdícios ajudam a reduzir falhas de execução, atrasos e manutenções precoces.
Para o comprador, isso pode representar maior durabilidade, melhor desempenho do edifício e mais segurança em relação à qualidade construtiva. Soluções sustentáveis incorporadas ao projeto ainda podem contribuir para diminuir o consumo de água e energia nas áreas comuns, com reflexos sobre as despesas condominiais.
“Quem compra um imóvel não avalia apenas localização, planta ou acabamento. Também considera a durabilidade, o conforto e os custos de manutenção ao longo dos anos. Uma obra conduzida com responsabilidade ambiental e controle técnico tende a entregar um edifício mais eficiente e com melhores condições de uso”, destaca Inthurn.

Nos empreendimentos da Lotisa, a sustentabilidade permanece trazendo benefícios após a conclusão da obra. Fachadas ventiladas, sistemas industrializados de vedação e equipamentos de climatização de alta eficiência atuam durante a vida útil do edifício, com benefícios para o conforto térmico e acústico e para o consumo de energia.
Na gestão da água, sistemas inteligentes monitoram bombas, reservatórios e pressão, com alertas automáticos em caso de falhas. Sensores e água de reuso também são utilizados na irrigação de áreas verdes e paredes vegetadas. No pós-entrega, esse tipo de solução ajuda a reduzir desperdícios, antecipar problemas operacionais e tornar a administração do condomínio mais eficaz.
A redução de desperdícios nas obras começa já na etapa de planejamento. A Lotisa utiliza a metodologia BIM integrada ao software Solibri para identificar incompatibilidades entre projetos, testar soluções técnicas e calcular com maior precisão os materiais necessários para cada obra.
Ao antecipar decisões que antes seriam tomadas apenas durante a execução, a tecnologia diminui improvisos e reduz o consumo desnecessário de concreto, aço, água e outros insumos. Dessa forma, a sustentabilidade acompanha todo o ciclo do empreendimento, do planejamento à entrega, com ganhos de eficiência, conforto e qualidade para o morador.
Para saber mais sobre as soluções da Lotisa, entre em contato com a equipe e conheça os empreendimentos.
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